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terça-feira, 17 de janeiro de 2017

[Cine Geek] - Moana abre o ano como a maior estreia de animação Disney no Brasil

Saudações queridos nerds!


O clima refrescante do novo filme da Disney Moana - Um Mar de Aventuras, que chegou aos cinemas no dia 5 de janeiro, já contagiou os brasileiros, pois em seu final de semana de estreia, as bilheterias bateram a marca de R$ 14,6 milhões


Mais de 930 mil pessoas assistiram e se divertiram com a aventura da mais nova animação de Walt Disney Animation Studios, onde Moana superou os recordes de Zootopia e Frozen, que foram outros grandes sucessos mundiais da Disney

Moana traz a história sobre uma adolescente polinésia de 16 anos (voz de Auli'i Cravalho na versão original) que se aventura pelo Oceano Pacífico para desvendar os mistério que envolve sua ilha e seus ancestrais 

Durante a aventura, ela encontra o "espirituoso" e poderoso semideus Maui (voz de Dwayne Johnson na versão original) e juntos eles embarcam em uma viagem cheia de ação, enfrentando criaturas inusitadas e algumas até ferozes, e muita diversão


É possível saber mais da essência do filme no Minha Crítica "Um Mar de Aventuras" que está totalmente sem nenhum spoiler e com algumas observações a respeito da animação e da história

A animação é do mesmo estúdio de Zootopia e Frozen e dirigido pela consagrada equipe de cineastas Ron clements e John Musker (A Pequena Sereia e Aladdin)

Por isso meus queridos nerds, a Moana está super recomendada para todas as pessoas, adultos, crianças, homens, mulheres, meninos e meninas, vejam no Minha Crítica aqui do blog e corram pros cinemas se ainda não viu, haha =D

Beijos e que a Força esteja com vocês!


sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

[Minha Crítica] - Vivendo um Mar de Aventuras

Saudações queridos nerds!


E dessa vez, no primeiro sábado depois da estreia, dia 07 de janeiro, fiz questão de assistir Moana - Um Mar de Aventuras


Para começar, fiquei mega ansiosa para ver porque o cabelo, algumas coisas da fisionomia e o jeito da personagem principal são bem parecidos comigo, muito mesmo e por ficar apaixonada pela música principal, mas vamos ao assunto importante da vez que é o clímax do Minha Crítica

Não é de hoje que percebemos que a Disney tem dado poder às mulheres, pois quando comparamos as frágeis Cinderela, Branca de Neve, Bela, Aurora e vemos Mulan, Elsa, Tiana e Mérida, percebemos que a valente Moana se encaixa no quesito das meninas independentes

Mas tem algo que fez Moana se tornar um filme fabuloso que pode agradar meninos e meninas: nada se resolve com o poder do amor 


Ahn? Mas, como assim?

Bom, vamos às retrospectivas: nas princesas antigas, um beijo de amor verdadeiro do príncipe encantado resolve todos os problemas, mas até mesmo nas princesas independentes o amor está inserido, afinal, em Mulan ela acaba ficando com o General Chang no final e a avó dela diz: "ela trouxe uma medalha? Devia ter trago um homem mara..." pois é, como se tudo o que ela fez pela China não valesse nada se não tivesse trago um homem

Já no caso de Frozen, apenas um ato de amor verdadeiro traria Anna de volta, claro que o conceito de amor foi mudado nesse filme, o que já é bem legal também. Em Valente, Mérida e sua mãe reveem seu relacionamento, mostrando um poder de amor entre mãe e filha. Já Moana, em nenhum momento o amor foi dito como resolvedor de problemas, em momento nenhum Moana tem que se casar, Moana não tem nem um amigo que está gostando dela ou vice-versa e isso tornou o filme perfeito!


Claro que ela não é completamente independente, ela conta com a ajuda do semideus Maui, mas ela mostra coragem e determinação, as mesmas características que nossa brava e antiga guerreira da Disney: Mulan

Percebi muitas conexões entre as duas, cada uma a sua forma, é claro, e com sua própria cultura, mas ambas guerreiras, tanto que no próprio filme Maui questiona por ela ser mulher e diz que o povo dela não regulava bem em mandar uma mulher para resolver as coisas. Ambas passaram suas dificuldades, que foram tremendas e intensas, mas no fim, elas mostraram que ser homem ou mulher não quer dizer nada, que basta ter determinação e força de vontade


Moana é um filme, e uma personagem, apaixonante, o filme tem uma ótima história, um excelente enredo e cheio de críticas à própria Disney, como falar que se você "usa um vestido e tem um bichinho de estimação, então é uma princesa" e até mesmo quando Maui diz "você vai cantar? Porque se for me avisa que vou sair daqui..."

São críticas sutis e engraçadas, mas essa quebra faz com que Moana seja um filme de que meninos e meninas poderão gostar sem remorso, pois quando ouvi um garotinho me dizer que gostava de Froxen só um pouquinho porque era de menina, me fez pensar na diferença que é quando um menino gosta de Meninas Super Poderosas ou Três Espiãs Demais, ou uma garota gostar de Ben 10

Por isso eu apoio sim a criação de filmes que possam agradar a todos, claro que uns puxam mais pro lado masculino e outros para o feminino, mas percebi que Moana é um filme que agrada a qualquer gênero, pois foca mais em aventura do que em romance e só isso me faz dar nota 50 numa escala de 0 a 10 haha

Bom filme, beijos e que a Força esteja com vocês!




segunda-feira, 26 de dezembro de 2016

[Minha Crítica] - "Eu estou com a Força e a Força está comigo"

Saudações queridos nerds!


Vocês acharam mesmo que eu ficaria sem ver Rogue One???? 
Nada disso, fui lá, assisti, comprei aquele balde de pipoca da Estrela da Morte e vim aqui fazer um Minha Crítica sem spoilers pra vocês!


Bom, deixando bem claro que sou super fã de Star Wars, tenho miniaturas, jogos, livros, RPG, meu TCC foi sobre a franquia e mais um monte de coisas e vou escrever aqui como um meio termo, ou seja, os fãs fanáticos e não fanáticos

Começando o filme, faltou uma coisinha simples, de poucos segundos que provavelmente a Disney achou que ninguém ia sentir falta, mas foi sentida: o clássico letreiro e a música clássica de abertura. Mas pensei em uma explicação plausível: pode ser porque é uma história fora dos clássicos, mas não, ela está conectada aos clássicos, é uma parte importante dos clássicos e faltaram as letras para nos colocar no contexto da história (até meu RPG de mesa tem letras subindo a cada sessão e leva apenas alguns segundos ou um minuto)

Outra coisa que senti falta foram as transições tipo "power point", confesso que ficou mais bonito sem o efeito, mas quando você vê todos os outros até o Episódio VII fazendo isso, eu me pergunto por quê esse teve que ser o "diferentão", mas de qualquer forma, ainda assim esse filme merece o rótulo de ÉPICO


A história foi muito bem bolada, muito linda, muito emocionante, muito envolvente e claro, envolvendo muita política e estratégia, como sempre

É um filme sucinto, ele vai logo ao assunto e conta as coisas de forma rápida e nada vaga, tudo bem explicado, ele é um filme único, ou seja, não terá Rogue One 2 e a continuação dele é exatamente o Episódio IV, isso foi simplesmente maravilhoso

Foi legal manterem os atores, mesmo criando uma máscara digitalizada em seus rostos para torná-los mais jovens, Isso foi espetacular e uma excelente jogada, fiquei receosa deles colocarem novos atores parecidos, mas o que fizeram foi maravilhoso


Outro aspecto abordado foi a decadência dos Jedi, que mostra que eles ainda existem, claro, pois o Império não conseguiria destruir todos, mas vivem como exilados da Força, de forma discreta

Preparem os lenços porque esse filme vai te fazer arrepiar, chorar, sentir frio na barriga e brigar com a tela assim como eu fiz (o cinema estava vazio quando vi, se tivessem 10 pessoas lá era muito e eu amei isso haha)

Mas a aparição mais épica, foi Darth Vader!

Não vou colocar imagens da cena dele aqui, pois é a melhor cena de todas que me fez bater palmas e lembrar que aquele ali é Anakin Skywallker, o escolhido da Força, o Sith que deixa seus medos e seus sentimentos o controlarem

Por isso vou colocar esse gif que representa bem o tipo de Vader que você verá nas telas do cinema



Esse filme é maravilhosamente incrível e recomendo a todos que vejam e aqui não falo como fã, mas falo como um excelente filme dentro da franquia, com personagens icônicos e inesquecíveis, como se dizia na época do orkut: "que você ma conhece e já considera pakas" haha

Como o droide K-2SO, que acabou se tornando o meu favorito tomando o lugar de R2 e deixando ele em segundo xD

Beijo, bom filme e que a Força esteja com vocês!


sexta-feira, 11 de novembro de 2016

[Minha Crítica/+18] - Festa da Salsicha, a animação "bonitinha" para maiores

Saudações queridos nerds!


Tudo começou com um trailer de uma animação, com alimentos felizes, cantando, com o desejo de ir para a casa das pessoas e... espera... alimento querendo ir pra casa das pessoas? Mas... mas...

Isso mesmo, é hora do Minha Crítica de Festa da Salsicha


Bom, vamos lá, só pelo trailer do filme já sabemos que é um filme que não faz sentido nenhum e quando descobrimos que é um filme com Seth Rogen, James Franco e Jonah Hill, já sabemos que podemos esperar coisas absurdas, exageradas, engraçadas, perturbadoras e um tanto... constrangedoras

O elenco é fantástico, não podia se esperar menos deles e o filme tem todo o clima besteirol, insano e exagerado dos filmes produzidos por eles, com bastante comédia, insinuações sexuais e bagunça, mas essa animação trás algo novo: o terror 


É, ninguém mais vai comer do mesmo jeito após ver esse filme, ou fazer qualquer coisa pra ser mais exata haha. Assim que os alimentos chegam em casa eles são, obviamente, preparados para serem comidos, mas a cena é tão perturbadora e aterrorizante que até eu fiquei com dó de comer meu chocolate ou de fatiar o salame do meu pão depois 


Sim, são cenas muito fortes... pesadas... inesquecíveis...

Mas enfim, além de todos os objetos e não só os alimentos terem vida, eles possuem personalidades próprias de suas origens, o que eu acho bem interessante, como o amor da salsicha e do pão, que é o clássico cachorro quente, além das bebidas fazerem jus ao seu percentual de álcool e terem o sotaque de cada origem, como a Teresa Del Taco, por exemplo, muito bons esses detalhes

Mas o que me fez ansiar por uma crítica do filme, não foram as partes que falavam de sexualidade ou o exagero de palavrões e sim o tema abordado de forma sutil: a fé e a religião

Wow, mas Paula, como um filme besteirol e pesado como esse pode abordar esse tema? Ah claro, deve ter sido para falar que tudo isso é uma grande bobagem...

Muito pelo contrário, ele aborda temas como a pureza, que é abordada na vida romântica de Brenda e Frank (pão e salsinha, nessa ordem)


Eles vivem dentro de suas embalagens, puros, onde só poderão se encontrar quando finalmente forem para o "Great Beyond" com os deuses (sair do supermercado com os humanos), mas eles dão uma escapulida só com as mãos para tocarem a pontinha de seus dedos antes do grande dia, pois estão muito ansiosos, porém tudo o que acontece depois, Brenda culpa esse ato, ela considera que os deuses se revoltaram e agora eles não são mais puros, pois saíram dos pacotes

Mas aí que está a grande questão, eles permanecem afastados do outro até o final do filme, pois querem retornar para suas embalagens e  serem levados pelos deuses para finalmente poderem estar juntos para sempre

No decorrer da jornada Brenda fica insegura achando que Frank não a acha mais pura, principalmente quando eles vão ao setor de bebidas, onde parece um lugar sem lei, onde eles passeiam fora de suas caixas com total liberdade, sem medo de punições


Eis então que vem a grande questão: Frank, a salsicha, descobriu a grande verdade dos deuses, mas não acreditava que eles os matavam, não podia ser possível e então ele e Brenda entram no questionamento de que ele precisa de provas para acreditar e ela pergunta: "desde quando você precisa de provas para acreditar em algo?" e ainda fala que eles deviam deixar isso pra lá e voltar para os pacotes, pois eles já desagradaram os deuses o suficiente

E então eles entram em um debate muito interessante sobre isso e quando Frank tenta contar a todos a verdade, a fé deles de que os deuses são bons é muito maior e acabam não lhe dando ouvidos, pois eles ignoravam até mesmo aqueles que foram e voltaram do Great Beyond (troca de produto, que volta traumatizado)


Não pensem que contei o filme todo e perdeu a graça, muito pelo contrário, apenas mostrei a mensagem que é abordada por trás de todas as insinuações e besteirol

Uma animação que veio com direito a musiquinha, easter egg da "Dixar", muita aflição, muita coisa "fofinha" e 

TOTALMENTE RECOMENDADO PARA MAIORES DE 18 ANOS!! 

Sério, super sério, pois esse filme não tem mensagem subliminar, é explícita mesmo, Se a galeria pirou com a "mensagem subliminar" de Dory, não vejam esse filme 

Ouvi dizer que muitos pais acabaram levando seus filhos para ver o filme por engano, achando que era uma animação fofa e quando se pesquisa na internet, realmente não parece ter todo o conteúdo sexual que tem, por isso acabou que o filme durou apenas uma semana nos cinemas (daqui, pelo menos)

Ou seja, nesse filme você se sente agoniado, ri muito, fica desconfortável com grande parte das insinuações e se souber aproveitar a parte boa, você recebe a mensagem do filme (no meu caso a parte boa é a mensagem, para outros já não sei, haha)

Beijo e que a Força esteja com vocês!

P.S.: Se vc tem menos de 18 anos e leu esse post, eu só digo que eu avisei do conteúdo no título do post e me façam o favor de assistir Procurando Dory, melhor filme ever! Chorei do início ao fim <3


sexta-feira, 7 de outubro de 2016

[Minha Crítica] - Não é apenas uma série de zumbis

Saudações queridos nerds!


Ah, é só mais uma série de zumbis...
Sinto muito, mas The Walking Dead não é apenas mais uma série de zumbis


The Walking Dead estreou no dia 31 de outubro de 2010 e desde então vem conquistando um grande número de fãs

Acredito que a série surgiu no auge da febre das histórias de zumbis e por isso, os fãs desses seres nojentos comedores de cérebros, logo se apaixonaram pela série, enquanto outros, que estavam enjoados de coisas relacionadas a zumbis, deixaram a série de lado, mesmo vendo alguns episódios aleatórios, afinal, parecia mais do mesmo


Porém, não é atoa que todos os fãs de The Walking Dead recomendam a série alegando ser excelente, afinal, eu fui uma dessas pessoas relutantes que achava muito chato essas coisas de zumbi, mas eis que um dia meu namorado disse: "assiste só o primeiro episódio, porque essa série é excelente!"

Com certa impaciência eu aceitei ver o primeiro episódio que durava, incrivelmente, uma hora! Vi os primeiros 45 minutos e deixei a série parada no Netflix durante um tempo, até que um belo disse eu disse: "ah, vou continuar a assistir esse negócio" e eis que hoje, um pouco mais de um mês depois, já estou na 4ª temporada

Por isso nerds, posso afirmar que The Walking Dead não é apenas uma série de zumbis


A série vai muito além do que apenas os zumbis, no início as pessoas até querem descobrir sobre a doença, mas com o passar do tempo, nem você, nem os personagens querem saber o que causou a epidemia e sim de como viver e sobreviver daqui pra frente

Junto com essas situações chegam várias reflexões como: o que eu faria no lugar da pessoa? Seria íntegro? Acolheria todas as pessoas à minha causa? O que eu faria?

Sim, o que você faria é a pergunta mais frequente ao assistir a série, pois com o tempo, os zumbis se tornam apenas o segundo plano, como se fossem apenas pestes que trazem doenças



A grande questão da série é o comportamento humano em meio ao caos, o que as pessoas estariam dispostas a fazer? Quantas não aguentam a pressão e tiram a sua vida antes de se tornarem zumbis ou ser comido por eles? um comportamento que foi observado até mesmo no atentado às Torres Gêmeas, onde pessoas pulavam de altos andares antes de morrerem de alguma outra forma ou serem salvas

A grande pergunta é: será que vale mesmo a pena tentar sobreviver mais um dia, mais alguns minutos? Afinal, tudo o que você sabe é que a qualquer momento os zumbis podem devorar você, que se você não morreu naquele dia, pode morrer no outro ou assim que virar a esquina

Porém, morrer por causa de um zumbi é o que todos estão esperando, mas e os outros humanos que ainda restaram?



Como saber se eles podem se juntar ao grupo ou não? Tudo se torna uma questão de sobrevivência, matar, tomar decisões arriscadas, amar... será que é possível amar em meio esse caos?

A série gira mais em torno dos sobreviventes que dos próprios zumbis, onde, além de ter que lidar com os zumbis que amam comer tripas, eles ainda têm de lidar com os seres humanos que querem sair matando os outros para conseguir suprimentos, armas e mulheres, é praticamente voltar ao período dos bárbaros 

Os personagens de The Walking Dead são muito bem trabalhados, o amadurecimento de cada personagem é observado ao longo da série e eles mudam de tal forma que, se você voltar à 1ª temporada, você nem imaginaria que o personagem chegaria àquele ponto

O melhor de tudo é que a mudança não é forçada, eles apenas amadurecem e se adaptam, como qualquer ser humano normal faria, ou acabam surtando... rsrsrs...



O enredo é muito bem produzido, a história não tem momentos de enrolação e isso é excelente! Pois nos momentos que seriam de enrolação, aqueles momentos que eles estariam mais tranquilos, geralmente são os períodos de pulo de temporadas, ou seja, períodos que você entendeu que eles ficaram bem, mas que você não precisa ver, pois é chato

A série é bem frenética, quando você acha que vai descansar, você não consegue, todo o momento você acaba comendo sua própria mão de tanto nervoso, pois nunca para

Ah então quer dizer que vou ficar o tempo todo vendo mais do mesmo? Não, absolutamente não, pois assim como morre todo mundo em Game of Thrones e Grey's Anantomy, aqui também todos os personagens morrem

Nossa Paula, que spoiler! 

Não, isso não foi um spoiler, isso não chega nem perto de um spoiler nessa série, pois apenas recomendei o mesmo que os fãs de Game of Thrones orientam: não se apegue a ninguém! E sabe  que é pior? É muito difícil não se apegar...



Como foi dito anteriormente, cada personagem foi muito bem trabalhado em sua história e isso que nos faz aproximar deles (É uma cilada Bino!)

Para finalizar, a jogada de câmera, as roupas, o clima, as cores, foi tudo muito bem trabalhado, você realmente pode sentir o abandono, o desleixo, o clima do lugar apenas por assistir, afinal, quando aparece um lugar mais bem cuidado, algumas cores aparecem mais fortes e o ambiente mais limpo, mas na maioria do tempo, é tudo bem sujo

Por isso nerds, recomendo sem pensar duas vezes, a série The Walking Dead, tenho certeza que vocês não vão se arrepender de assistir e ficarão tão frenéticos quanto a série. Não é uma história enjoativa e não se trata de uma série de zumbis, é uma série que fala de sobrevivência... ou vivência...

Beijo e que a Força esteja com vocês!


quarta-feira, 24 de agosto de 2016

[Minha Crítica] - A arte de contar histórias com música

Saudações queridos nerds!


"Eu acho que alguém que precisa de música para escrever uma história, não sabe escrever uma história"

E foi essa fala, de um conhecido, que me motivou a fazer um post para falar sobre os musicais e como base, decidi trazer Os Miseráveis


Os Miseráveis é uma das principais obras escritas pelo escritor francês Victor Hugo e foi publicada em 3 de abril de 1862 e ganhou sua recente adaptação cinematográfica em 2012 produzido pela Working Title Films e distribuído pela Universal Pictures 

Bom, vamos lá, sabemos que todas as histórias tem uma base chamada de "a jornada do herói", independente de quem seja o herói e independente se pulam alguma parte ou se trocam a ordem dessa jornada, toda história passa pela mesma linha de pensamento e criar um universo e tudo o mais parece algo simples, mas é realmente complicado, até mais quando se trata de assuntos da nossa própria realidade, onde qualquer coisinha inventada é facilmente percebida

E falando em construção, sabemos que os filmes possuem roteiros. Os roteiros trazem as histórias de uma maneira diferente dos livros, pois além da história, dos sentimentos e do cenário, ainda conta com descrição de câmera, luz e as famosas trilhas sonoras que fazem toda a diferença no clima da cena


Como escritora e roteirista (ainda iniciante à busca de recursos para produzi-los) e formada em publicidade que tem aula de cinema, roteiro e produção audiovisual na grade, eu adquiri uma noção básica sobre a produção de roteiros e me aventurei além do que minha grade pedia com a ajuda do meu professor Robertson Mayrink, que também é coordenador do curso de Publicidade e Propaganda da PUC Minas

De todos os meus desafios, o mais complicado de produzir foi o meu musical dedicado ao cantor Bryan Adams e ao filme Spirit: O Corcel Indomável, o qual ele cantou as músicas da trilha sonora. Produzi uma adaptação humana e clichê romântica (afinal, quem conhece Bryan Adams sabe o quanto suas músicas são muito românticas)

Como escrevo/crio histórias há 20 anos, eu decidi me arriscar e pesquisar como se escreve um musical e com a ajuda de um profissional, eu sofri um pouco mais do que imaginava e olha que o meu musical já estava com as músicas prontas, eu só precisava encaixá-las em um contexto para fazer sentido


Agora imaginem criar as músicas do zero? Acham mesmo que é mais fácil do que montar diálogos corridos? E não pensem que só criar as letras basta para ficar pronto, deve-se também pensar no arranjo musical, o tom, o ritmo e mais um monte de detalhes para a música ficar perfeita. Além disso, deve-se descrever o que os personagens estarão fazendo em cada trecho da música (eu achei que os atores pudessem sentir a música, mas não, em um roteiro deve conter as ações durante a música)

E pensando em todo esse trabalho, em toda essa obra artística, escolhi Os Miseráveis, por representar tão bem os filmes musicais. Tudo bem que a Disney é mestre em fazer musicais, suas músicas grudam em nossas mentes e sempre passam uma mensagem muito bonitinha, mas filmes sérios também podem se tornar musicais e tocar nossos corações até mais do que as animações

Os Miseráveis contou ainda com o diferencial em que os atores cantaram no momento em que estavam filmando, isso mesmo, nada de dublagem! O pessoal teve que soltar a voz mesmo e ainda atuar!


O filme contou com celebridades muito conhecidas como Anne Hathaway, Hugh Jackman, Russel Crowe, Helena Boham Carter, Amanda Seyfried e muitas outras estrelas com vozes mais maravilhosas que as outras, estrelando como excelentes cantores e atores

E todo esse cuidado é o que torna um musical uma obra de arte tão complexa, pois ela deve ser pensada com muito cuidado, não que as histórias comuns não devam ser pensadas, elas também são, mas na questão dos musicais, além de montar toda a história, é preciso montar uma música que conte a história, por isso eu descordo plenamente do tipo de pensamento que diz que contar história com música é não saber contar, acredito que é um desafio enorme e também acredito que quem diz coisas assim são pessoas que, muitas vezes, não gostam de musicais ou porque não são capazes de montar um e por isso falam mal do trabalho do outro que possui o dom

Afinal, esse filme só ganhou 3 Oscars, sendo um de Melhor Mixagem de Som, 3 Prêmios Globo de Ouro, 4 Prêmios BAFTA de Cinema, sendo um de Melhor Som, 1 Critics Choice Award, 3 Satellite Award, 1 Empire Awards, 1 Prêmio da Academia Japonesa de Cinema de Melhor Filme em Língua Estrangeira, 4 prêmios da área da crítica e gerou um prêmio até para a Universal Pictures, além da maioria dos prêmios irem para Anne Hathaway de Melhor Atriz Coadjuvante e ainda deu para Hugh Jackman o Prêmio globo de Ouro de Melhor Ator em Comédia ou Musical



Então, pelos fatos, podemos ver que contar histórias com músicas ou sem músicas, tudo depende dos detalhes, em como você vai trabalhar a história, os personagens, a câmera, as maquiagens, as roupas, os atores envolvidos, a mixagem de som, a criação do ritmo, qual música em qual momento, por isso nerds, não julguem algo de modo tão sério, apenas diga que você não gosta ou que não é capaz de fazer, mas não diga que pessoas tão capazes e dedicadas ao seu trabalho não sabem criar tão bem, afinal, Os Miseráveis é um dos grandes musicais que provam que essa frase é completamente equivocada

Beijo e que a Força esteja com vocês!


sexta-feira, 12 de agosto de 2016

[Evento] - Anime Festival Winter 2016

Saudações queridos nerds!


Nesse final de semana a Paula Geek foi cobrir o Anime Festival Winter, aqui mesmo em Belo Horizonte


Nessa terceira edição de 2016 do Anime Festival tivemos muitas atrações. Confesso que não ficou tão lotado como a última edição, mas, há grandes chances de estar parecendo menos lotado devido à nova localização do palco, que ficou muito melhor, pois as pessoas poderiam passar a vontade e ainda dava espaço para as lojinhas

No sábado tivemos um show com o Player TAUZ, que aliás, é uma pessoa super simpática e atenciosa, ele não te cumprimenta como se você tivesse a obrigação de saber quem ele é, ele simplesmente aperta sua mão e se apresenta como Tauz (ba dum tss... #MomentoPiadinhaRuim)


Ele levou uma grande quantidade de fãs ao evento, pois muitos amam os seus raps sensacionais e muito criativos de Naruto, Deadpool, Sub-Zero, Cavaleiros do Zodíaco, Street Fighter, entre outras e a tão pedida pelo público: Monster. Além disso, ele filmou muitas partes do show para o seu projeto Tauz Na Estrada.

E não pensem que foi apenas no sábado que tivemos atrações sensacionais, no domingo tivemos o prazer de ouvir a doce voz da Isis Vasconcellos



A fofíssima de Porto Alegre que veio pela segunda vez à Belo Horizonte e conseguimos uma mini entrevista exclusiva com ela para vocês, queridos nerds! Onde ela nos fala um pouquinho sobre o seu canal. Dá uma olhada na entrevista


Pois é meus lindos nerds, nós que somos do público das antigas falamos que aquela febre de cosplays acabou, ela não acabou, mas está bem menor sim, porém, a nova geração está bem diferente, eles ainda gostam de cosplay, mas apenas cosplay já não é mais o suficiente e, claro, é muito legal ter a chance de conhecer as pessoas que seguimos no YouTube ou as pessoas que estão por trás de personagens que gostamos

E agora vamos às outras atrações como a presença do pessoal da Excalibur mais uma vez com a sua luta de espadas





um touro mecânico, espaço para dançar K-Pop livremente, máquinas de fliperama com fichas liberadas, pista de just dance no stand do pessoal da SAGA, as mangás da Comix (onde consigo encontrar minhas favoritas Nana)



e muitas e muitas lojas, além da novidade de realidade virtual!
E claro, jogos de tabuleiro, cards e RPG



Também contamos com apresentações K-Pop que a cada vez venho admirando mais











E claro, para dar suporte aos cosplayers, tivemos um espaço reservado para maquiagem, troca de roupas e um estúdio para que todos possam ter sua foto profissional com o seu cosplay. Porém, na parte dos trocadores de roupa houve um erro terrível: não tinha como trancar a porta. Isso torna impossível de usar, uma vez que qualquer um poderá abrir e ver a outra pessoa pelada. E o banheiro não é uma boa opção para alguns cosplayers, principalmente aqueles que tem muitas coisas como asas, armaduras e etc...

Mas, mesmo com a quantidade de cosplayers reduzida, tivemos a presença daqueles que não desistem do seu hobbie e vão para se sentirem o personagem por pelo menos um dia, ou dois e mostrar o seu trabalho


























Há aqueles também que participam independente se acha justo ou não a premiação do concurso ou a forma de julgar, pois já ouvi muitos dizerem que não vale a pena concorrer em Anime Festival, bom, fica a dica para aqueles que achavam que não tinham chances antes, a questão é nunca desistir ou ser como eu: vá por diversão e para ganhar fotos no palco! =D



























E falando em desfile, nessa edição eu compus a mesa dos jurados do concurso cosplay



Fiquei feliz com o convite e a confiança e, por mais que tenha sido um pouco difícil, achei uma experiência muito legal. Foi como ver as coisas por outra perspectiva

Muitas pessoas têm o costume de xingar os juízes por causa das premiações do concurso. Já vi uma amiga minha ser muito atacada por pessoas que nem sequer vestem cosplay ou entram na competição, bom, vamos lá: a mesa é composta por três juízes que seguem as regras do concurso cosplay disponíveis no site do evento, por mais que uma tenha dado nota alta, as outras duas podem ter dado nota baixa, então adianta você discutir com eles? Adianta falar que foi injusto ou algo do tipo? Pode ter até acontecido alguma discordância e cada juíz colocou a sua nota, mas o que vale, de qualquer forma é a nota final que depende de três pessoas com, algumas poucas vezes, opiniões diferentes

Por isso gente, não adianta xingar os juízes, isso só vai trazer desgaste emocional para todas as partes, ao invés de xingar, dê dicas, tente saber como funciona e dica: NÃO DESANIME PORQUE VIU UM "MAIS TOP" QUE O SEU, acreditem, muita coisa pode acontecer, tudo depende da força de vontade e do espírito competitivo que se baseia em saber perder também, pois para a pessoa chegar onde está, ela com certeza, começou com um cosplay bem simples e agora é o momento de brilhar

Por isso a mensagem para todos dessa vez é: VAMOS AMAR MAIS AS PESSOAS E TRATÁ-LAS BEM, ninguém é superior a ninguém, tudo bem, você pode ter mais poder de influência, mas você é um ser humano e você pode proibir as coisas educadamente, principalmente se a outra pessoa que perguntou tiver sido educada com você. Educação abre portas ;)

Bom, o legal dos eventos geeks é que você sempre sai com amigos novos, conheci pessoas incríveis sendo juíza, da mesma forma que conheci sendo cosplayer e cobrindo o evento, são pessoas que a amizade pode render e durar por muito tempo e consegui enxergar a essência do evento mais uma vez

E é claro, a pessoa ganha liberdade com os amigos e o que ela faz? Junta a galera e cisma de sair dançando por aí HAHAHA... Como esse post está muito longo, você pode ver o vídeo Carreta (dos cosplayers) furacão em uma outra aba com um novo post clicando aqui

E é isso meus queridos nerds, deixo com vocês o vídeo da cobertura do evento. Muito obrigada pelo carinho de vocês e como aprendi com o Player TAUZ: "se você gostou dê um like no canal" (no caso no blog haha e nos acompanhe no universo pop e geek!

Beijo e que a Força esteja com vocês!